Área de atuação
Direito do Trabalho, do lado de quem trabalha
Atuação dedicada a empregados — durante o contrato ou depois do desligamento — com estudo individual de cada situação e orientação em linguagem clara.
Como o escritório atua
Advocacia para empregados, com estudo de cada caso
O Fries Advogados atua exclusivamente na defesa de empregados. O escritório não atende empresas — uma escolha que evita conflitos de interesse e mantém o olhar inteiramente voltado a quem trabalha, seja durante o contrato, seja depois do desligamento.
Essa atuação carrega uma experiência pouco comum na advocacia: antes do Direito, foram mais de vinte anos dentro da indústria petroquímica. Turnos, adicionais, registros de jornada e rotinas de planta não são apenas conceitos jurídicos — são realidades vividas, e isso faz diferença na leitura dos documentos e na compreensão do que o trabalhador relata.
Cada caso recebe estudo individual. Antes de qualquer medida, a situação é compreendida em conversa, os documentos disponíveis são examinados e a orientação é apresentada com clareza, incluindo os caminhos possíveis e os limites de cada um. Nenhuma providência é tomada sem que o cliente a entenda e concorde com ela.
O que orienta o atendimento
Atuação exclusiva para empregados
O escritório não presta serviços a empresas — uma escolha que evita conflitos de interesse.
Análise individual
Cada situação é estudada nas suas circunstâncias concretas, sem respostas prontas.
Linguagem clara
A orientação é explicada sem juridiquês, para que cada decisão seja tomada com consciência.
Vivência industrial
Mais de vinte anos de fábrica antes da advocacia, presentes na leitura de cada caso.
Temas frequentes
Assuntos que costumam trazer trabalhadores ao escritório
Cada tema é apresentado como exemplo do que costuma ser analisado — não como afirmação de que toda situação gera um direito.
Verbas rescisórias
Conferência das parcelas devidas no encerramento do contrato de trabalho, como saldo de salário, férias, 13º salário e FGTS.
A análise costuma partir do termo de rescisão e dos contracheques do período, comparando o que foi pago com o que a legislação e o contrato previam. A modalidade do desligamento e os reflexos entre as parcelas também entram nessa conferência.
Horas extras
Análise da jornada efetivamente praticada e da forma de registro e pagamento das horas que excedem o limite legal ou contratual.
Costumam ser examinados os registros de ponto, a jornada prevista em contrato e os reflexos das horas em descansos e demais parcelas. Situações como intervalos suprimidos e trabalho em regime de turnos também fazem parte dessa análise.
Reconhecimento de vínculo
Situações em que a relação de emprego acontece na prática, mas sem registro em carteira ou sob contratação irregular.
Verifica-se como o trabalho era prestado na prática: subordinação, pessoalidade, habitualidade e remuneração. Contratações como pessoa jurídica ou como autônomo podem ser examinadas sob essa perspectiva.
Adicional de insalubridade
Adicional relacionado à exposição a agentes nocivos à saúde, como ruído, calor ou produtos químicos, apurada em perícia.
A caracterização depende de perícia técnica, que avalia os agentes presentes no ambiente e a proteção efetivamente oferecida. Laudos ambientais, perfil profissiográfico e fichas de entrega de EPI costumam ser documentos relevantes.
Adicional de periculosidade
Adicional relacionado a atividades de risco acentuado, como o contato com inflamáveis, explosivos ou energia elétrica.
A análise considera a atividade exercida, o local de trabalho e a regulamentação aplicável a cada hipótese. Assim como na insalubridade, a caracterização passa por avaliação pericial.
Acidente de trabalho
Orientação jurídica em casos de acidente ocorrido no exercício do trabalho e em seus desdobramentos.
Costumam ser analisadas as circunstâncias do acidente, a emissão da comunicação correspondente e os desdobramentos do afastamento. Cada consequência jurídica depende das provas e das condições concretas do caso.
Doença ocupacional
Doenças relacionadas à atividade profissional ou às condições do ambiente de trabalho e suas consequências jurídicas.
Examina-se a possível relação entre a doença e a atividade exercida, com apoio em atestados, exames e histórico funcional. O nexo com o trabalho é uma questão técnica, avaliada caso a caso.
Assédio no ambiente de trabalho
Condutas abusivas no ambiente de trabalho, como humilhações reiteradas ou constrangimentos que atingem a dignidade do trabalhador.
A análise considera a conduta relatada, sua repetição e o contexto em que ocorreu, além dos registros e relatos disponíveis. A orientação também aborda formas de documentar o que vem acontecendo.
Estabilidade
Hipóteses em que a lei protege o contrato contra a dispensa, como as ligadas à gestação, ao acidente de trabalho e à atividade sindical.
Verifica-se se a situação se enquadra em alguma das hipóteses previstas em lei ou em norma coletiva e quais efeitos isso tem sobre a dispensa. O momento da comunicação e os documentos do período são pontos de atenção.
Diferenças salariais
Divergências entre o que foi pago e o que era devido, como nos casos de equiparação salarial, desvio ou acúmulo de função.
A comparação entre a função registrada e a função efetivamente exercida costuma ser o ponto de partida. As normas coletivas da categoria e o histórico de contracheques ajudam a compor a análise.
Direitos de quem trabalha na indústria
Atenção particular às rotinas, aos riscos e aos direitos de quem trabalha em fábricas e plantas industriais — uma realidade que o escritório conhece por dentro.
Turnos de revezamento, adicionais, exposição a agentes nocivos e rotinas de parada de planta são exemplos do que costuma ser avaliado. A vivência industrial do escritório ajuda a ler esses contextos com precisão.
Os temas acima são exemplos de assuntos tratados pelo escritório. Cada situação é única e exige análise individual — a existência de um direito depende das circunstâncias concretas de cada caso.
Preparando a conversa
Documentos que podem ajudar
Alguns papéis costumam facilitar a análise de uma situação de trabalho. Reúna o que estiver ao alcance — sem preocupação com o que faltar.
Contracheques
Ajudam a verificar salário, adicionais, descontos e a evolução da remuneração ao longo do contrato.
Registros de ponto
Cartões, espelhos ou registros eletrônicos permitem comparar a jornada anotada com a efetivamente praticada.
Contrato de trabalho e aditivos
Mostram as condições ajustadas — função, jornada, salário — e as alterações feitas ao longo do tempo.
Carteira de trabalho
Física ou digital, documenta admissão, função, salário e as anotações do contrato.
Comunicações com a empresa
E-mails, mensagens e comunicados que ajudem a reconstituir o que aconteceu e quando aconteceu.
Atestados e exames médicos
Relevantes quando a situação envolve saúde, afastamentos, acidente ou doença ocupacional.
TRCT e documentos da rescisão
O termo de rescisão e os comprovantes de pagamento permitem conferir as parcelas do desligamento.
Extrato do FGTS
Permite verificar se os depósitos foram feitos corretamente durante o contrato.
A falta de um ou de vários desses documentos não impede a consulta. Muitos podem ser obtidos depois — inclusive ao longo de um eventual processo — e a própria conversa ajuda a identificar o que buscar.
Dúvidas comuns
Perguntas frequentes
Respostas gerais para dúvidas que costumam surgir antes do primeiro contato. Nenhuma delas substitui a análise da sua situação.
Preciso ainda estar empregado para procurar orientação?
Não. O escritório atende tanto quem está com o contrato em vigor quanto quem já saiu da empresa.
Em qualquer momento, a conversa serve para entender a situação e identificar a forma mais adequada de agir — inclusive quando a intenção é apenas se informar antes de tomar uma decisão.
Existe prazo para questionar direitos depois da saída?
Sim, e ele merece atenção. Em termos gerais, a Justiça do Trabalho pode ser acionada em até dois anos após o fim do contrato, e a discussão costuma alcançar parcelas dos últimos cinco anos.
Há exceções e particularidades que alteram essa contagem, por isso o prazo aplicável a cada situação precisa ser avaliado individualmente — de preferência sem deixar para a última hora.
Que documentos devo levar?
Os que estiverem ao seu alcance: contracheques, registros de ponto, contrato de trabalho, carteira de trabalho, documentos da rescisão e comunicações com a empresa são bons exemplos.
A falta de algum deles não impede a consulta — muitos documentos podem ser obtidos depois, inclusive ao longo de um eventual processo.
Toda situação vira processo judicial?
Não. Muitas conversas terminam em orientação: compreender o que a lei prevê, organizar documentos ou acompanhar uma negociação.
A ação judicial é um dos caminhos possíveis, adotado quando a análise indicar que é a medida adequada — e sempre em decisão conjunta com o cliente.
Como funciona o primeiro contato?
Você pode falar com o escritório pelo WhatsApp, por telefone ou pelo formulário da página de contato. A mensagem é lida com atenção e o escritório retorna para entender melhor o contexto e, se for o caso, combinar uma conversa.
Não é preciso preparar nada formal: relatar os fatos do seu jeito já é um bom começo.
O escritório atende empresas?
Não. A atuação é dedicada exclusivamente a empregados.
Essa escolha evita conflitos de interesse e mantém o olhar do escritório inteiramente voltado a quem trabalha.
As informações desta página têm caráter exclusivamente informativo: ajudam a compreender temas do Direito do Trabalho, mas não substituem a consulta com um advogado nem constituem orientação para um caso concreto.
Nenhum conteúdo aqui publicado representa promessa ou garantia de resultado. As conclusões aplicáveis a cada situação dependem da legislação vigente e das particularidades de cada caso.
Uma conversa é o primeiro passo
Descreva a sua situação pelo formulário de contato. O relato é lido com atenção e a resposta vem depois da análise — com a orientação que o seu caso pedir.