Área de atuação
Direito do Trabalho, do lado de quem trabalha
Atuação dedicada a empregados — durante o contrato ou depois do desligamento — com estudo individual de cada situação e orientação em linguagem clara.
Como o escritório atua
Advocacia para empregados, com estudo de cada caso
O escritório Fries Advogados atua exclusivamente na defesa de empregados. O escritório não atende empresas — uma escolha que evita conflitos de interesse e mantém o olhar inteiramente voltado a quem trabalha, seja durante o contrato, seja depois do desligamento.
Essa atuação carrega uma experiência pouco comum na advocacia: antes do Direito, foram mais de vinte anos dentro da indústria petroquímica. Turnos, adicionais, registros de jornada e rotinas de planta não são apenas conceitos jurídicos — são realidades vividas, e isso faz diferença na leitura dos documentos e na compreensão do que o trabalhador relata.
Cada caso recebe estudo individual. Antes de qualquer medida, a situação é compreendida em conversa, os documentos disponíveis são examinados e a orientação é apresentada com clareza, incluindo os caminhos possíveis e os limites de cada um. Nenhuma providência é tomada sem que o cliente a entenda e concorde com ela.
O que orienta o atendimento
Atuação exclusiva para empregados
O escritório não presta serviços a empresas — uma escolha que evita conflitos de interesse.
Análise individual
Cada situação é estudada nas suas circunstâncias concretas, sem respostas prontas.
Linguagem clara
A orientação é explicada sem juridiquês, para que cada decisão seja tomada com consciência.
Vivência industrial
Mais de vinte anos de fábrica antes da advocacia, presentes na leitura de cada caso.
Quem o escritório atende
Trabalhadores de todos os segmentos, em todo o Brasil
Com sede em Porto Alegre, o escritório atende trabalhadores de todas as regiões do Brasil — o acompanhamento acontece de forma próxima, presencialmente ou a distância, conforme o caso exigir.
Petroquímicos
Turnos de revezamento, exposição a agentes químicos e rotinas de parada de planta.
Petroleiros
Escalas, embarques, adicionais e condições próprias da atividade.
Metalúrgicos
Ruído, calor, esforço repetitivo e jornadas com horas extras habituais.
Eletricitários
Trabalho com energia elétrica, periculosidade e regime de sobreaviso.
Transportadores
Controle de jornada, tempo de espera e condições de deslocamento.
Caminhoneiros
Tempo de direção e descanso, diárias e registro das horas na estrada.
Os segmentos acima são exemplos. O escritório atende trabalhadores de todos os setores — inclusive quem não se reconhece em nenhuma das categorias citadas.
Temas frequentes
Assuntos que costumam trazer trabalhadores ao escritório
Cada tema é apresentado como exemplo do que costuma ser analisado — não como afirmação de que toda situação gera um direito.
Verbas rescisórias
Conferência das parcelas devidas no encerramento do contrato de trabalho, como saldo de salário, férias, 13º salário e FGTS.
A análise costuma partir do termo de rescisão e dos contracheques do período, comparando o que foi pago com o que a legislação e o contrato previam. A modalidade do desligamento e os reflexos entre as parcelas também entram nessa conferência.
Horas extras
Análise da jornada efetivamente praticada e da forma de registro e pagamento das horas que excedem o limite legal ou contratual.
Costumam ser examinados os registros de ponto, a jornada prevista em contrato e os reflexos das horas em descansos e demais parcelas. Situações como intervalos suprimidos e trabalho em regime de turnos também fazem parte dessa análise.
Reconhecimento de vínculo
Situações em que a relação de emprego acontece na prática, mas sem registro em carteira ou sob contratação irregular.
Verifica-se como o trabalho era prestado na prática: subordinação, pessoalidade, habitualidade e remuneração. Contratações como pessoa jurídica ou como autônomo podem ser examinadas sob essa perspectiva.
Adicional de insalubridade
Adicional relacionado à exposição a agentes nocivos à saúde, como ruído, calor ou produtos químicos, apurada em perícia.
A caracterização depende de perícia técnica, que avalia os agentes presentes no ambiente e a proteção efetivamente oferecida. Laudos ambientais, perfil profissiográfico e fichas de entrega de EPI costumam ser documentos relevantes.
Adicional de periculosidade
Adicional relacionado a atividades de risco acentuado, como o contato com inflamáveis, explosivos ou energia elétrica.
A análise considera a atividade exercida, o local de trabalho e a regulamentação aplicável a cada hipótese. Assim como na insalubridade, a caracterização passa por avaliação pericial.
Acidente de trabalho
Orientação jurídica em casos de acidente ocorrido no exercício do trabalho e em seus desdobramentos.
Costumam ser analisadas as circunstâncias do acidente, a emissão da comunicação correspondente e os desdobramentos do afastamento. Cada consequência jurídica depende das provas e das condições concretas do caso.
Doença ocupacional
Doenças relacionadas à atividade profissional ou às condições do ambiente de trabalho e suas consequências jurídicas.
Examina-se a possível relação entre a doença e a atividade exercida, com apoio em atestados, exames e histórico funcional. O nexo com o trabalho é uma questão técnica, avaliada caso a caso.
Assédio no ambiente de trabalho
Condutas abusivas no ambiente de trabalho, como humilhações reiteradas ou constrangimentos que atingem a dignidade do trabalhador.
A análise considera a conduta relatada, sua repetição e o contexto em que ocorreu, além dos registros e relatos disponíveis. A orientação também aborda formas de documentar o que vem acontecendo.
Estabilidade
Hipóteses em que a lei protege o contrato contra a dispensa, como as ligadas à gestação, ao acidente de trabalho e à atividade sindical.
Verifica-se se a situação se enquadra em alguma das hipóteses previstas em lei ou em norma coletiva e quais efeitos isso tem sobre a dispensa. O momento da comunicação e os documentos do período são pontos de atenção.
Diferenças salariais
Divergências entre o que foi pago e o que era devido, como nos casos de equiparação salarial, desvio ou acúmulo de função.
A comparação entre a função registrada e a função efetivamente exercida costuma ser o ponto de partida. As normas coletivas da categoria e o histórico de contracheques ajudam a compor a análise.
Direitos de quem trabalha na indústria
Atenção particular às rotinas, aos riscos e aos direitos de quem trabalha em fábricas e plantas industriais — uma realidade que o escritório conhece por dentro.
Turnos de revezamento, adicionais, exposição a agentes nocivos e rotinas de parada de planta são exemplos do que costuma ser avaliado. A vivência industrial do escritório ajuda a ler esses contextos com precisão.
Os temas acima são exemplos de assuntos tratados pelo escritório. Cada situação é única e exige análise individual — a existência de um direito depende das circunstâncias concretas de cada caso.
Preparando a conversa
Documentos que podem ajudar
Alguns papéis costumam facilitar a análise de uma situação de trabalho. Reúna o que estiver ao alcance — sem preocupação com o que faltar.
Contracheques
Ajudam a verificar salário, adicionais, descontos e a evolução da remuneração ao longo do contrato.
Registros de ponto
Cartões, espelhos ou registros eletrônicos permitem comparar a jornada anotada com a efetivamente praticada.
Contrato de trabalho e aditivos
Mostram as condições ajustadas — função, jornada, salário — e as alterações feitas ao longo do tempo.
Carteira de trabalho
Física ou digital, documenta admissão, função, salário e as anotações do contrato.
Comunicações com a empresa
E-mails, mensagens e comunicados que ajudem a reconstituir o que aconteceu e quando aconteceu.
Atestados e exames médicos
Relevantes quando a situação envolve saúde, afastamentos, acidente ou doença ocupacional.
TRCT e documentos da rescisão
O termo de rescisão e os comprovantes de pagamento permitem conferir as parcelas do desligamento.
Extrato do FGTS
Permite verificar se os depósitos foram feitos corretamente durante o contrato.
A falta de um ou de vários desses documentos não impede a consulta. Muitos podem ser obtidos depois — inclusive ao longo de um eventual processo — e a própria conversa ajuda a identificar o que buscar.
Dúvidas comuns
Perguntas frequentes
Respostas gerais para dúvidas que costumam surgir antes do primeiro contato. Nenhuma delas substitui a análise da sua situação.
Preciso ainda estar empregado para procurar orientação?
Não. O escritório atende tanto quem está com o contrato em vigor quanto quem já saiu da empresa.
Em qualquer momento, a conversa serve para entender a situação e identificar a forma mais adequada de agir — inclusive quando a intenção é apenas se informar antes de tomar uma decisão.
Existe prazo para questionar direitos depois da saída?
Sim, e ele merece atenção. Em termos gerais, a Justiça do Trabalho pode ser acionada em até dois anos após o fim do contrato. Já as parcelas que podem ser discutidas alcançam os cinco anos anteriores à data em que a ação é proposta.
Por isso a demora tem um custo concreto: como esses cinco anos são contados a partir do ajuizamento, cada mês de espera pode deixar de fora um mês do período mais antigo — ou seja, adiar reduz o tempo que a busca do direito consegue abranger.
Há exceções e particularidades que alteram essa contagem, por isso o prazo aplicável a cada situação precisa ser avaliado individualmente — de preferência sem deixar para a última hora.
Que documentos devo levar?
Os que estiverem ao seu alcance: contracheques, registros de ponto, contrato de trabalho, carteira de trabalho, documentos da rescisão e comunicações com a empresa são bons exemplos.
A falta de algum deles não impede a consulta — muitos documentos podem ser obtidos depois, inclusive ao longo de um eventual processo.
Toda situação vira processo judicial?
Não. Muitas conversas terminam em orientação: compreender o que a lei prevê, organizar documentos ou acompanhar uma negociação.
A ação judicial é um dos caminhos possíveis, adotado quando a análise indicar que é a medida adequada — e sempre em decisão conjunta com o cliente.
Como funciona o primeiro contato?
Você pode falar com o escritório pelo WhatsApp, por telefone ou pelo formulário da página de contato. A mensagem é lida com atenção e o escritório retorna para entender melhor o contexto e, se for o caso, combinar uma conversa.
Não é preciso preparar nada formal: relatar os fatos do seu jeito já é um bom começo.
O escritório atende empresas?
Não. A atuação é dedicada exclusivamente a empregados.
Essa escolha evita conflitos de interesse e mantém o olhar do escritório inteiramente voltado a quem trabalha.
As informações desta página têm caráter exclusivamente informativo: ajudam a compreender temas do Direito do Trabalho, mas não substituem a consulta com um advogado nem constituem orientação para um caso concreto.
Nenhum conteúdo aqui publicado representa promessa ou garantia de resultado. As conclusões aplicáveis a cada situação dependem da legislação vigente e das particularidades de cada caso.
Uma conversa é o primeiro passo
Descreva a sua situação pelo formulário de contato. O relato é lido com atenção e a resposta vem depois da análise — com a orientação que o seu caso pedir.